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Em
pesquisa realizada no ano passado pela Semesp
(Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos
de Ensino Superior do Estado de São Paulo),
revelou o quanto a formação de nível superior
reflete na oferta de melhores oportunidades
e colocações profissionais.
Os
números não deixam dúvida: o ensino superior
torna-se um diferencial nas questões da empregabilidade
e da evolução profissional.
Outro
dado relevante, diz respeito ao ensino superior
particular - este atende de maneira mais eficiente
às demandas de mercado. Os resultados comprovam
que as instituições do ensino superior particular
são responsáveis pela melhoria na ocupação profissional
de seus alunos, resultando um aumento de renda
e mobilidade social. Além disto, dá acesso a
milhões de brasileiros ao ensino superior.
Dos
jovens entrevistados, 72% tiveram aumento de
salário e 69% mudaram de cargo ou empresa após
o término do ensino superior, ou no ano seguinte.
A pesquisa revelou também, que o mercado absorve
um maior contingente de alunos do ensino superior
particular: 90% dos funcionários recém-formados
de grandes empresas do Estado de São Paulo são
egressos de instituições particulares.
Ensino
Particular domina todos os escalões das empresas
Além
dos recém-formados, as instituições particulares,
são responsáveis pela formação da maioria de
executivos que ocupam cargos de médio e alto
escalão. Do total de entrevistados, 86% são
egressos de instituições particulares. Entre
os profissionais mais jovens entrevistados,
a pesquisa registra a predominância dos egressos
do ensino particular. Das matrículas de graduação
no Brasil, 74% corresponde ao ensino particular.
Já no Estado de São Paulo, estes números sobem
para 86%.
Quanto
mais jovem o profissional, maior é a
força do ensino particular
Outra
informação interessante mostra que 93% dos jovens
que concluem seus estudos de graduação, são
formados por instituições particulares. Ou seja,
além do segmento privado ser responsável por
¾ dos alunos de ensino
superior, ele também é responsável pela inserção
destes indivíduos no mercado de trabalho, comprovando
ainda mais sua eficácia.
A
pesquisa encomendada pelo Semesp ouviu 1431
profissionais das principais empresas do Estado
de São Paulo.
Fonte:
Pulicação Semesp (Sindicato das
Entidades Mantenedora
de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado
de São Paulo)
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